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14 agosto, 2011

Spank / Spanking

 SPANK ou SPANKING: O verbo to spank na verdade é menos agressivo do que aparenta, já que significa “dar umas palmadas”, entretanto na comunidade BDSM é usado para designar o ato de bater, principalmente nas nádegas.   É importante frisar que não significa um ato de violência, visto que é feito de forma Sã (sem prejuízo a saúde física e mental), Segura (com cuidados e consciência) e Consensual (de comum acordo e desejo de ambas as partes).   Veja que o que não for desta forma, é de fato violência, crime e deve ser denunciado pelo telefone 180 que funciona 24 horas por dia todos os dias do ano, não esqueçamos a lei Maria da Penha.
   Dominadores e submissos verdadeiros não corroboram ou aceitam a ideia de que para submeter ou submeter-se pode-se praticar ou ser vítima da violência.   A despeito da idéia pré concebida que o cidadão comum faz do spanking, na verdade ele é capaz de proporcionar e potencializar o prazer.   É fato que o calor produzido pelo spanking percorre a pele como uma onda e toma conta do corpo, fazendo com que os neuroreceptores fiquem muito mais sensíveis aos toques e carícias, não por acaso é que em algumas culturas orientais o ato de bater para estimular prazeres sensuais é amplamente aceito e difundido, basta ver o Kama Sutra que faz uso de vários instrumentos como chicotes e varas de bambu.   No BDSM não é a força que importa, mas a constância, salvo quando é de desejo do(a) submisso(a) e da vontade do(a) dominador(a).
Tenho observado que para a comunidade leiga, a imobilização é um fetiche aceito e até experimentado, já o spanking é visto com um certo horror, mas isto não passa de falta de informação e da massificadora marginalização generalizada da mídia, que põe todos os sádicos e submissos, sejam eles eróticos ou doentes/criminosos em lugar comum.   Antes de se fazer um julgamento, deve-se procurar informação sobre o que se está falando, principalmente quando se passa esta informação adiante, muito mais ainda quando é um repórter a fazê-lo.   Concordo que é preciso ficar vigilante, pois os psicopatas não trazem identificação, mas não se pode julgar o todo por eles, tem muito mais pessoas conscientes e sérias neste meio do que pode parecer.
É importante observar que quem está no comando da relação D/s, muito mais do que quem está submetido (sem eximir este), deve estudar atentamente cada prática e começar a executá-la com a máxima cautela.   O spanking geralmente se inicia na cena (jogo) como uma forma de  punição imaginária ou não, mas certamente consensual.   O submisso sente excitação na vulnerabilidade, assim como o Dominador sente-a no controlar, submeter, punir e para isto várias técnicas são usadas, qualquer semelhança com as torturas de várias épocas e povos não é mera coincidência, pois estas serviram como fonte de inspiração, mas as semelhanças param por aí.  A vulnerabilidade é obtida pela nudez, imobilização, vendas, mordaças, intimidação verbal, spanking, calor, frio, humilhação, etc...   Mas tudo o que se vá usar deve ser feito com total responsabilidade e o spanking não poderia fugir a esta regra.
  O local mais seguro para o spanking são as nádegas, seguidas das coxas que tem especial sensibilidade na face interna, no mais é preciso fazer um estudo da anatomia humana, da saúde mental e física do(a) submisso(a), importante saber histórico de diabetes, coronários e o que mais for necessário e evitar bater em partes de superfície óssea com instrumentos rígidos como por exemplo palmatórias e caning, na verdade, instrumentos rígidos só devem ser utilizados nas nádegas e se com muito cuidado, nas coxas, principalmente para quem está iniciando na prática.
   As marcas são geralmente motivo de prazer e orgulho, mas como a maioria das relações de D/s não são 24/7, é preciso garantir a segurança moral do(a) submisso(a), lembrando-se de que ele convive em muitos casos com pais, irmãos e tantas outras vezes, marido/esposa; de modo que as marcas não podem perdurar mais que algumas horas nestes casos.  Então vale lembrar que toalhas molhadas podem causar um ótimo efeito e não deixam marcas posteriores, alguns chicotes franjados também surtem um ótimo efeito momentâneo, apenas vermelhidões.   Objetos rígidos costumam deixar marcas, mas alguns objetos flexíveis, dependendo da força empregada também deixam.    Usar bolsa de água com gelo pode amenizar se for feito na hora, compressa de arnica líquida também é uma boa idéia.
                             Se todos os cuidados são tomados e se é consensual, de prazer para quem aplica e para quem recebe o spanking, que aproveitem e se lembrem da celebre frase de Nelson Rodrigues: “Nem toda mulher gosta de apanhar, só as normais.”

Por Dorei. 

07 agosto, 2011

BDSM Sim! Violencia sexual JAMAIS!!!




   Quero aqui por minha opinião sobre o modo como alguns vivem o SM, muitos tratam o sadomasoquismo como uma desculpa para se prostituírem, como se a servidão desse direito ao Dono de tratar sua "propriedade" como se ela fosse uma coisa qualquer, a qual ele pode emprestar como se fosse um trapo velho e não um bem precioso. Em nome do SM ou BDSM, eles emprestam, alugam, compartilham... São verdadeiros cafetões! As submissas ou escravas, ou são pessoas inocentes e de mentalidade frágil (pra dizer o mínimo), ou aproveitam-se do BDSM para se prostituírem porque este é o seu verdadeiro desejo.

Digo que é por causa deste tipo de comportamento é que as submissas são confundidas com prostitutas, por causa deste comportamento, que creio seja da minoria, é que o sadomasoquismo não é levado a sério como merece ser levado pela sociedade.

_ Quanto aos pseudo dominadores, que usam o sadomasoquismo para justificar seus desejos de violência sexual criminosa, só posso lamentar ainda mais, pois a sociedade se confunde e não tem esclarecimento da mídia, como deveria ter de forma correta, com isto não consegue definir entre um sádico/masoquista sexual doentio e/ou criminoso e um sádico/masoquista erótico.    Este faz uso de suas fantasias sexuais de forma Sã, Segura e Consensual, além de também encontrar satisfação no sexo convencional.   Muitos programas exibidos pela mídia paga (via cabo ou satélite), simplesmente generalizam tudo e colocam todos na mesma categoria.   Desta forma os muitos sádicos/masoquistas eróticos se vêm lamentavelmente marginalizados.
Os sádicos doentios e/ou criminosos, aproveitam-se do fetiche sadomasoquista para darem asas aos seus desejos insanos, justificando agressões contra suas vítimas que muitas vezes foram dominadas psicologicamente por terem a natureza masoquista erótica, mas não terem o devido e merecido conhecimento do que é o sadomasoquismo sadio, feito de forma SÃ (sem prejuízo a saúde), SEGURA(sem risco de vida ou da moral social do indivíduo) e principalmente CONSENSUAL (com consentimento do  parceiro).
É preciso que haja maior esclarecimento e divulgação do que é o sadomasoquismo erótico, praticado para o prazer de ambos, mesmo sendo exótico para os padrões impostos pela sociedade, mas que traz felicidade e plenitude sexual aos seus praticantes, para que os iniciantes na prática tenham condições de identificar um praticante de sadomasoquismo são de um doente e/ou criminoso e não sofra agressões físicas e psicológicas e até mesmo corram risco de vida.

`Por Dorei Fobof[ilica

Obs,:  Reedição da postagem do dia 26 de outubro de 2010 que apresentou problemas de visualização,

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