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29 julho, 2011

Ballbusting e Trampling



   Ballbusting significa chute no saco, trata-se de um fetiche sadomasoquista em que o homem sente excitação em ser chutado ou levar joelhadas, ter os testículos apertados ou comprimidos por pés descalços ou até mesmo calçados, normalmente por mulher com pés descalços.
  Nada se diz a respeito, mas como sempre eu gosto de ver os dois lados das coisas e penso que é importante pensar na possibilidade de que o homem se torne estéril com esta prática, mas se não há mais interesse na paternidade, ou se são tomadas as devidas precauções, havendo consensualidade, o que vale mesmo é ser feliz.

   Trample ou trampling significa pisar, atropelar, o fetiche consiste no ser pisado, comumente o indivíduo, geralmente do sexo masculino, fica deitado para ser pisado por alguém geralmente do sexo oposto.   Os adeptos desta parafilia masoquista sentem excitação em serem pisados por todo o corpo, inclusive cabeça e genitália o que traz a lembrança do ballbusting.
   Embora Podolatria não seja exatamente nem ballbusting e nem trample, muitos podolatras submissos apreciam os outros dois fetiches citados acima e é este um dos motivos de muitos dominadores não se declararem podolatras, contudo a podolatria em si é outra coisa.

  

Por Dorei

03 julho, 2011

KINBAKU - SHIBARI



    A quem diga que Shibari ou Kinbaku é o Bondade japonês, tem até mesmo os que pensam que Kinbaku é japonês e Shibari o Bondage americano, ledo engano.   Shibari (em japonês  しばり), óbviamente não poderia ter origem americana e Kinbaku (em japonês 緊縛), também não.   O Bondage tem origem na Santa Inquisição Católica, usando mordaças, vendas, algemas e toda sorte de instrumentos para tortura que não são originalmente usados no Shibari ou Kinbaku (ou Sokubaku).   O Shibari (que significa amarrar ou ligar com arte); teve origem, ascensão e declínio no Japão no período Edo (1603 – 1867), os Samurais (profissionais na arte do Shibari), ficaram legados a fazer belos embrulhos com sua arte, não tendo mais as suas habilidades consideradas relevantes, passaram a usá-las com suas parceiras como arte erótica (não para tortura, mas como ingrediente de estímulo sexual).   Com o passar do tempo Shibari ficou para designar principalmente a arte de fazer belos embrulhos e o erotismo denominado Kinbaku (que significa apertar), Kinbaku-bi (que significa apertar com harmonia) ou Sokubaku (atar com amor).
   No ocidente esta arte deixou de ser usada apenas com cordas feitas de cânhamo (corda de cânhamo em japones é Asanawa) e de tamanho padronizado entre 6m a 10m X 4mm a 6mm e passou a ser feito por bondagistas, que passaram a se utilizar de cordas de toda sorte de comprimentos, espessuras e materiais, agregando também diversos tipos de mordaças, vendas e outros acessórios, usando  inclusive faixas finas em lugar das cordas em alguns casos.  
O Shibari original era parte da arte samurai chamada Hojojutsu, era usado como tortura sim, mas apenas em tempos de guerra, e apenas pelo ato de manter por longo tempo o prisioneiro imobilizado, não da mesma forma como as torturas da Santa Inquisição e não para matar, pois para isto eles usavam a espada no Kendo ou Aido, duas artes também contidas no Hojojutsu.

   Esta arte tão bela pode ser feita em diversas posições, com a dorei (praticante passiva de shibari) deitada, sentada, em semi suspensão ou suspensa.   
                  


Algumas palavras úteis para praticantes desta arte:

Asanawa – Corda, usualmente feita de cânhamo ou de juta; são usados comprimentos em torno de 7,5 m dobrados ao meio unindo as duas pontas;

Aranawa – Corda feita de fibra de arroz (muito pouco usada);

Aomuke tsuri – Suspensão com a face voltada para cima;

Agura shibari – Amarração na qual a dorei fica em posição parecida com a de “lótus” da yoga, sentado com as pernas cruzadas; é uma posição severa e era usada como tortura no período Edo (Shogunato de Tokugawa de  1603 até 1867).

Bari – Algumas vezes a palavra Shibari é reduzida apenas para essa forma como em Ebi-bari;

Dorei - Serva ou escrava, praticante passiva de shibari, e é substituída (às vezes) pela palavra Jujun, para designar a submissa, mais especificamente  Nawajujun;

Ebi-shibari - Amarração conhecida como “camarão” onde o corpo é dobrado, com os tornozelos sendo amarrados próximo ao pescoço, com as pernas cruzadas. Uma amarração severa também e uma das mais tradicionais técnicas do Kinbaku;

Ebizeme – Uma das punições previstas para os criminosos ou inimigos do Estado no Shogunato de Togukawa em.

Gyaku ebi tsuri - É um gyaku ebi, mas agora com a dorei  suspensa em hotizontal;

             
Hashira Ushirodaki Shibari – Amarração da dorei em um mastro de bambu;

Hishi Shibari – Herdada diretamente do Hojojutsu, é uma amarração no corpo em forma de diamante;

Hojojutsu – A tradicional arte samurai de capturar e imobilizar inimigos;

Itsu jyu kohai - Amarração em cadeira;

Karada – Corpo, usada genericamente com as amarrações no torso ou que envolvem o corpo todo, uma espécie de “arreio” de cordas;

Kata ashi tsuri shibari – Estilos de semi-suspensão, onde uma das pernas fica suspensa, com a idéia de fazer o corpo ficar assimétrico;

Kikkou shibari – Este shibari tem esse nome (casco de tartaruga) porque a amarração fica com o desenho parecido quando finalizado no torso. Fica bem em doreis um pouco acima do peso e valoriza os seios;

Kinbaku – Amarrar com firmeza, a tradicional arte japonesa de amarrar doreis;

Kinbaku-bi – Beleza tradicional da arte shibari, uma referência ao efeito estético-erótico do shibari;

Matanawa – Termo genérico para qualquer amarração na região púbica;

M-jo - Atualmente no Japão, o termo mais aceito para designar as doreis apenas para “shows” aprsentações para o público japones, ou “modelos”. Muitas doreis referem-se a si próprias como “modelos”;

Momo-shibari – Forma de Shibari no qual a dorei é forçada a ficar com a cabeça encostada no chão, de frente e as nádegas levantadas e as coxas amarradas, posição que permite o acesso à área genital;

Nawashi – Conhecedor, fabricante de cordas. É como são chamados os artistas/Mestres das cordas no shibari.

Sakasa-tsuri – Suspensão invertida a dorei é colocada de cabeça para baixo e o corpo é elevado verticalmente.

Sakurambo - Cereja, amarração para realçar a “cereja”, numa referência a vagina;

Santen tsuri – Suspensão usando o takatekote, e as pernas com a dorei quase sentada no ar;

Sensei – Mestre, Doutor, Professor, aquele que domina a arte, literalmente “aquele que começou antes”.

Shibararetai – O desejo da dorei em submeter-se as amarras;

Shibaritai – O desejo do Mestre, ou Dominador em amarrar uma dorei;

Shibari – “Trabalhar com as cordas ou tecer”; a ação de amarrar doreis;
 
Shinju – “Pêra” uma forma de designar os seios amarrados de forma eufemística, a exemplo de Sakurambo;

Tanuki – Suspensão usando os tornozelos e os pulsos da dorei;

Tsuri – Qualquer suspensão usando cordas, a segunda tortura clássica do período Edo e uma das amarrações preferidas pelos adeptos;

Tsurinawa - Corda usada para a suspensão;

Tomei nawa - Corda de segurança, entre os braços e o torso, impedindo que a corda corra e enforque a dorei;

Ushiro takatekote shibari – Amarração do torso que envolve os braços formando uma espécie de “caixa” na parte superior do tronco. A amarração básica de início de muitas variações.

Yoko tsuri – Suspensão com o corpo da dorei elevado.



Dorei.



01 julho, 2011

SONOFILIA (parafilia)



  Sonofilia é mais uma das parafilias pouco conhecidas, onde é preciso muita confiança da pessoa submetida, que poder ser ou não submissa e muito conhecimento da pessoa que está submetendo, que pode ser ou não dominante.   Não está diretamente ligada ao BDSM, é preciso conhecimento de farmacêutica, ao menos o suficiente para manipular as drogas apropriadas para fazer dormir as chamadas “belas adormecidas”.

   Na verdade, é uma entrega absoluta em favor do outro, uma vez que estando inconscientes, as belas adormecidas não tem nenhum tipo de satisfação durante a ocorrência da entrega, onde creio que a satisfação ocorra antes e depois do ato.   Geralmente os sonofilistas gostam de filmar e fotografar suas belas adormecidas, de sentir a entrega absoluta do corpo inerte, o que certamente lhes dá a sensação de controle absoluto durante o período.  
   Contudo é preciso, como eu sempre digo, um conhecimento profundo e antigo da pessoa dominante para se confiar de tal forma a alguém, onde a pessoa adormecida por uma droga que faz dormir estará totalmente “fora do ar”.   Então, imagine se essa pessoa tiver má índole, má intenção, se ela pensar em fazer uma coisa que não estava no acordo, se publicar as imagens sem consentimento?   Imagine ainda pior, se ela for ainda mais adiante e mutilar a pessoa de alguma forma?   Com o tráfico de órgãos seria uma excelente oportunidade...    Enfim, quando se está completamente dopado desta forma, tudo é possível, por isto torno a dizer que o conhecimento e confiança total é imprescindível.   Digo mais, deve ter uma outra pessoa de muita confiança, que esteja ciente de tudo, de onde, de com quem, de quando, para que se tenha alguma segurança e se possível, a pessoa estar presente na cena ou pelo menos no mesmo ambiente, casa ou seja lá onde for.
   No mais, o que importa mesmo é a Segurança, Sanidade e  Consensualidade em tudo o que se faça.  Havendo isto, que todos aproveitem e sejam felizes com suas parafilias e fetiches, desde que se entenda que os direitos de uns terminam quando começam os direitos dos outros.

Dorei.
AVISO:

As imagens contidas neste blog foram tiradas de sites de busca, estando disponíveis livremente na rede, sem fazer referencia aos autores. Entretamto sem o intuito de usar material de terceiros indevidamente, digo que, caso voce seja autor de alguma delas e deseje que a retire, deixe um comentário e a retirarei ou colocarei os devidos créditos se for da tua vontade.

Atenciosamente;
Dorei Fobofílica.

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