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26 maio, 2011

O que são parafilias e fetiches?



Parafilias e fetiches


      Parafilia (palavra de origem grega que significa “fora do amor”), ou seja, fetiche (palavra de origem francesa fétiche, que quer dizer feitiço) ou perversão (palavra que tem origem no latim perversione que corresponde o ato ou efeito de perverter, tornar-se perverso, corromper, desmoralizar, depravar, alterar), que está predominantemente fora do ato sexual em si.   Fetiche se for complemento para o prazer sexual, perversão quando caracteriza doença e/ou crime.   A parafilia se dá geralmente, não no ato sexual, mas no objeto do desejo sexual, tipo de parceiro ou evento desencadeador (como uma situação característica).  Objeto; ex.: Látex, saltos altos, lingerie, etc...
Tipo de parceiro; ex.: Deficiente físico, criança, animais, idade (muito mais velho ou mais novo), etc...
Evento; ex.: Situação de perigo, de exposição pública, humilhação física ou verbal, medo, etc...

   As parafilias podem ser consideradas perversões, anomalias ou crimes, podendo trazer danos potencialmente perigosos ou danosos, trazendo risco de saúde ou de vida para a própria pessoa ou de outrem. ou prejuízo para o funcionamento normal da sexualidade, mas a maioria delas é inofensiva e considerada normal e parte integral da psique.  
   As considerações sociais também tem um peso muito grande sobre o que é e o que não é parafilia, haja visto que sexo anal sexo oral, masturbação e homossexualidade, já foram considerados parafilia, sendo hoje consideradas variações normais da sexualidade.
   O sadismo e o masoquismo estão no topo da lista, mas já há quem não veja o sadomasoquismo como parafilia, mas um estilo de vida que se serve de várias parafilias ou fetiches.
   As parafilias são muitas, algumas bem conhecidas como a podolatria, o voyeurismo e o exibicionismo, outras são quase desconhecidas, como a sonofilia, a fobofilia e a emetolifia.   Pretendo falar de várias delas com maior atenção em postagens futuras, agora preferi falar de parafilia de uma forma mais abrangente, mas sem aprofundamento.
podolatria


vorarefilia

Segue uma lista com algumas parafilias ou fetiches:




§  Agrofilia
§  Aiquemofilia 
§  Anemofilia
§  ATM (ass to mouth)
§  BBW
§  Bondage
§  Bukkake
§  Cinofilia
§  Fisting
§  Lolismo
§  Nesofilia
§  Pigofilia
§  Sadismo
§  Vorarefilia


Por Dorei.


22 maio, 2011

O que é sadomasoquismo?



O que é sadomasoquismo?

   Tenho certeza que cada um teria uma definição diferente a este respeito, as respostas poderiam até se assemelhar em muitos casos, mas não na íntegra.   Contudo quero me ater ao que a ciência diz e que no final das contas, é o que vale para a sociedade como um todo.
Sadismo é em homenagem ao Marques de Sade.
Masoquismo é em homenagem a Leopold von Sacher Masoch.
   Contudo, ainda não se falava da tríade SSC (São Seguro e Consensual).   Nas obras de Marques de Sade falta a inclusão deste conceito.
   Não vou me ater a nenhuma das parafilias, fetiches muito variados e usados entre os adeptos das praticas sadomasoquistas, pois pretendo falar delas em outras postagens, quero ficar apenas no conceito do sadomasoquismo.
   Sadomasoquismo é definido como formas de satisfação sexual vinculadas ao sofrimento, físico ou psíquico, da própria pessoa (masoquismo) ou de outra pessoa (sadismo).   Mas note que se diz formas de satisfação sexual, que para Freud era denominado como perversões sexuais anômalas, já Odd Reiersol abriu para a psiquiatria a nova visão de que se deveria abolir o sadomasoquismo e fetichismo como diagnóstico de anomalia, exceto se não fosse praticado dentro dos seguintes termos: Consensualidade, desde que os praticantes tenham condições de decidir por isto, não sendo crianças ou incapazes; que este não seja o único meio de sentir prazer sexual, mas que o indivíduo tenha prazer nas formas ditas ‘tradicionais’ de se fazer sexo; que as práticas não prejudiquem nenhum dos praticantes física ou psiquicamente ou ponha suas vidas em risco; que não comprometa a vida social e familiar de nenhum dos praticantes e que, sobretudo seja feito apenas com a finalidade de obter prazer sexual, pois qualquer pratica de sadomasoquismo que não tenha isto como objetivo, continua sendo uma doença para o ICD-10 (Classificação Internacional de Doença – versão 10).
   Freud via o masoquismo como sendo o sadismo contra si mesmo ou reversão do sadismo, no intuito de buscar a própria morte, algo a que o indivíduo se condenava por algum desvio de personalidade que ele considerava ainda pior que o sadismo, mas que tudo se trata de perversão sexual.   
   Felizmente esse conceito vem mudando, hoje a psiquiatria se divide em duas visões, a de Freud e a de Reiersol, alguns profissionais ainda conservam a visão de Freud como a correta, entretanto a grande maioria (ao menos na maioria dos países do hemisfério norte) prefere os conceitos de Reiersol, pois a forma como o indivíduo busca prazer sexual, respeitando o que a tríade SSC define muito bem, é apenas uma fantasia, um fetiche, que não sendo ele uma obsessão, é saudável.
   Obviamente que sadomasoquismo é um assunto muito mais profundo do que isto, porém esta é apenas uma definição simples.
   Penso que; de acordo com a definição que a ciência coloca, as praticas sadomasoquistas sem sexo estão de fora do que é São ou Saudável (um dos conceitos da tríade), pois não estão em busca de satisfação sexual, então, esta é minha opinião, mas não somente minha.

Por Dorei.

17 maio, 2011

O que é consciência?


O que é consciência?

   Poder-se-ia dizer, que consciência é um estado físico-mental de estar lúcido, não estando adormecido, embriagado ou desfalecido, mas sabemos que não é tão simples assim.   Consciência é muito mais que isto, é ter princípios, sentimentos, amor. 
    O que é que nos diferencia dos demais animais?   Apesar de a nossa consciência às vezes nos levar a agir por impulso em uma situação de emergência, nos levando a fazar coisas que em uma situação normal não faríamos, como acontece quando alguém está em perigo precisando de ajuda e nos arriscamos também para salvá-lo, ela é ainda mais, é o que nos separa dos animais ditos irracionais, a ponto de inconscientemente chamarmos alguém de animal no intuito de ofender, como se animais não o fossemos de fato.
   Dentro deste contexto, da consciência de sermos animais, quero trazer a pauta o jogo do petgirl, que é muito gostoso para ambas as partes, mas este jogo, assim como os demais, deveria servir apenas para nos proporcionar mais prazer erótico; e que não fosse a única forma de obter prazer.   Qualquer coisa que se torne fanatismo está a um passo da insanidade, seja em que for, política, religião, sexo...
   Ao sairmos do cenário particular onde estivemos entregues aos deliciosos jogos eróticos, a vida continua lá fora, somos mais um dente da engrenagem que move o mundo, perder a noção de onde uma coisa termina e começa a outra é crítico.
   As submissas não são cadelas, brincam de ser cadelas, o que é louvável, mas querer se comportar como tal 24hs do dia é não ter consciência do respeito que nós devemos a nós mesmos e a nossa natureza primata.   Sei que a esta altura os fanáticos por liturgia que pensam que o que é bom para si é fazer do BDSM um estilo de vida 24/7 já estão me execrando, mas fato é que somos bípedes, naturalmente dotados de um raciocínio superior ao resto dos animais, principalmente os caninos, nossas mãos são únicas, hábeis e até mesmo os outros primatas ficam muito aquém de nós.
   Também eu gosto de jogar petplay, aliás, adoro!   Contudo não esqueço que por mais que eu goste do jogo, nunca deixarei de ser humana, que faço parte de uma espécie social, onde os direitos de uns começam a terminar quando começam os direitos dos outros, que preservar minha sanidade é um compromisso exclusivamente meu e que saber separar à hora de cada coisa da vida é parte deste estado de sanidade mental.
   Esta é a minha opinião, mas não estou sozinha nela, basta que as pessoas queiram ler um pouquinho, apenas para não ficar na total ignorância ou não ser malevolamente teleguiado por alguém, que se leia sobre psicologia e psiquiatria simplificada, básica e rústica feita para leigos, nos muitos textos e livros de psicólogos e psiquiatras que estão dispostos na rede gratuitamente.   Vão encontrar neles dois seguimentos distintos, o da psiquiatria ultrapassada de Sigmund Freud, que coloca os fetichistas, os criminosos e insanos todos num lugar comum; e o da psiquiatria moderna de Odd Reiersøl, que abre as ‘portas’ para separar o que é são e o que é insano em diversos graus.
Como disse, está é a minha opinião, me vejo forçada a reafirmar isto a cada postagem, pois há quem acredite que tenho o intuito de impor, mas quero apenas despertar a consciência de cada um e fazer pensar, que cada qual se sirva do BDSM para ter prazer e ser feliz, que não se torne escravo infeliz para manter aparências e seguir a cartilha de nomes conhecidos como o de Marques de Sade, que em nada seguia a linha do Consensual, basta lê-lo para ver isto.

Por Dorei.

14 maio, 2011

Associação BDSM no Brasil?



Associação BDSM no Brasil?

 Ouvi falar que está sendo formado um Conselho BDSM no Brasil, que está sendo criada uma Associação que ficaria encarregada de orientar e instruir todos aqueles que desejassem iniciar-se no meio BDSM, contando com pessoas sérias e experientes para tal, onde neófitos passariam por treinamento e avaliação e só assim seriam aceitos no universo BDSM Brasileiro e onde mestres passariam por reciclagem e aperfeiçoamento.
   Sei que já existe algo assim no Yahoo há alguns anos, mas de discussão e não de avaliação.   Francamente, e vejam bem, é a minha opinião, mas acho que trocar informações, falar sobre experiências é legal, válido, mas dizer que está à altura de avaliar os outros?  Acho isto demais da conta.  Quem é que vai definir quem é o melhor para esta ou aquela pratica?   Quem é que vai ser o dono da verdade para dizer como os outros podem ou não podem se relacionar mesmo que seja em BDSM? 
   Dar uma explicação, uma orientação, vá lá, eu acho válido e até louvável, muitos estão se descobrindo agora e estão ávidos de informações, mas daí a determinar quem é e quem não é, quem pode e quem não pode, o que deve e o que não deve...
   Penso que quem decide como vai viver a D/s é o casal, guiar-se pelas regras de terceiros pode vir a ser um problema.
   Pode até funcionar no exterior, que tem até escola para subs a um custo exorbitante, mas somos brasileiros, passionais.    Que Dom ou Domme brasileiro vai aceitar que alguém determine o que Ele ou Ela vai viver na relação com sua sub ou seu sub?   Aqui isto é utopia.   Contudo, comunidades de debates e troca de ideias e informações é muito bom, assim como os blogs e sites que se dedicam a passar algum tipo de informação.   Cada um expõe o que pensa, fala de experiências ou dúvidas, de observações e os leitores ou assistentes de debates podem fazer suas próprias ideias e escolhas, sem se sentir incomodado com o que o outro acha certo ou errado.  
   Essa coisa de que existe uma regra que foi estipulada não sei quantos anos atrás, muitas vezes por pessoas que já nem fazem mais parte do mundo, é uma ideia engessada, imagine se pensássemos que quem não curte Led Zepellin ou Pink Floyd não é roqueiro, só porque curte metal ou porque prefere rock nacional...  
   Não se pode determinar o que os outros vão praticar, pode-se no máximo expor ideias, a única regra que não pode ser quebrada é a tríade SSC (São, Seguro e Consensual).   Obedecendo este princípio, cada qual que faça as suas escolhas e que seja feliz assim.   Há quem ache que o que alguns praticam é baunilha apimentado, há quem ache que aqueles praticam bizarro insano, então que cada um cuide de sua vida e quem quiser que busque informações diversas e que estas estejam disponíveis, se possível.
   Que cada qual se sirva do BDSM por prazer e não sirva ao BDSM por obrigação.

Esta é a minha opinião.
Dorei.
   

09 maio, 2011

Ruptura e desconstrução



Ruptura e desconstrução

   Falar de ruptura numa relação de D/s é meio complexo para mim que nunca vivi, exceto na vida baunilha, contudo percebo o que se passa a minha volta, tenho várias amigas e amigos subs que vivenciaram isto e dá perfeitamente para sentir o ‘termômetro’ e diante da diferença de cada rompimento, concluir algo, fazer minhas próprias ideias.
   Alguns rompimentos são suaves, o Dom, sabendo que uma relação de D/s com DP (dominação psicológica), não pode simplesmente terminar sem nenhum cuidado; apenas dizer: “devolva a coleira” e ponto final.   Se o Dom for responsável, cuidará para que o rompimento seja suave, vai desligando a dominação gradualmente e dará assistência depois do rompimento até ter certeza de que ela está segura e forte para continuar sozinha, entretanto este comportamento maduro e responsável é raro de se ver.   O que mais vemos são subs arrasadas com o rompimento repentino, muitas vezes sem explicação plausível, onde Ele coloca que está com problemas pessoais e que a esta descartando.
   Numa relação baunilha, onde não há DP, pode ser assim, dizer: ‘acabou, siga teu caminho’, sem maiores problemas, mas numa relação onde há a dependência emocional e psicológica, agir assim é ser cruel e irresponsável.
   Assim como Ele teve o cuidado para construir a relação de D/s, criar a dependência psicológica e emocional, isto em diversos aspectos e com o método de cada um; também deve ter o cuidado de desconstruir a relação, dando a ela segurança e independência de novo, para que ela esteja forte para seguir sozinha outra vez.   Mas assim como existem canalhas na vida baunilha, sujeitos que maltratam, espancam suas mulheres e seus filhos, que oprimem e sentem prazer mórbido em anular quem os ama, no BDSM é ainda mais fácil de encontrar estes indivíduos, o sadismo nocivo de muitos é notório e eles sentem prazer de partir deixando a submissa destruída, se ela foi quem rompeu por algum erro dele, ele pode ser capaz de se desculpar, de reconquistá-la, apenas para aniquilá-la em seguida, por vingança mesquinha mesmo, com intuito apenas de saber que cada sub que passa por Ele sairá da relação aniquilada, pois o objetivo do mau Dominador é derrotar a submissa.  
Ele não usou a DP para o prazer, mas para que a submissa aceitasse qualquer coisa vinda dele, inclusive a degradação total.   Não fez com que ela crescesse, mas a destruiu psicologicamente, não que ela tenha sido fraca, mas porque o trabalho de DP nocivo fora bem feito, onde ela teve todos os aspectos da sua vida invadidos, digo; familiar, profissional e saúde física e mental.
   Felizmente, em todos os aspectos da vida existem pessoas boas e responsáveis, e no BDSM não é diferente, não são a maioria, longe disto, mas sim, existem os Dominadores conscientes, responsáveis, que se preocupam com seus atos e cuidam do que lhes pertence até que, se for o caso do rompimento, ele termine com serenidade, que pega a submissa pela mão e a conduz até que ela esteja firme para prosseguir sozinha.   Este Dominador é um líder nato, verdadeiro e que sabe dar suporte até e principalmente no fim, que não vai deixando para trás a submissa cheia de medos e traumas.
   Fazer a DP é fácil para qualquer Dominador, desfazê-la é para os Dominadores nobres, especiais, os responsáveis, os sérios.   Que não saem alardeando suas “qualidades”, pois são conscientes de tê-la.
   Até porque, um Dominador de verdade não domina pelo medo, pela força ou pela chantagem; ele o faz com carinho, atenção, confiança, verdade, respeito e amor.
   Em minha opinião, quem usa de DP para destruir a sub não merece ser chamado de Dominador e é por motivos assim que eu, apesar de tratar a todos com respeito seja em que ambiente for, só trato por Senhor a meu Dono, aos demais trato com o respeito que dedico a qualquer cidadão.


Esta é a minha opinião;
Dorei. 

05 maio, 2011

Quebra de Limites

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Quebra de Limites






   Partindo do princípio da Consensualidade, se tudo esta bem para todas envolvidos.  Que mal há?
   Isto é o básico, o que não é bom é quando a pessoa é forçada a fazer o que não quer, quando é acusada de fraca, de ser menos submissa por não alcançar certos “desejos” do Top.   Nem todos os limites são quebrados e nem precisa, há de haver respeito pelas limitações do outro, forçar, sim, mas só até onde seja prazeroso, não passar daquela tênue linha onde para o botton começa a ficar incomodo, onde este incomodo não é prazeroso.   Há quem diga que os jogos sadomasoquistas nada mais são que a constante busca pela quebra de limites.   Será?  Até certo ponto, sim, mas quando isto acaba?  E quando acabam-se os limites possíveis de serem quebrados, acaba a relação?   Que coisa mais fria e sem criatividade.   Será que não se pode fazer as mesmas coisas de mil maneiras diferentes?   Claro que sim, digo por experiência própria.
   Contudo, em minha opinião, nem tudo seja exatamente uma prática aceitável como BDSM.   Não vejo que prostituição, apesar de não ser crime, previsto na Constituição brasileira como crime apenas a exploração da mesma; eu penso que prostituição é outra coisa, não creio que uma submissa deva ver como quebra de limites a imposição do “Dono” a ela ser emprestada, alugada, usada por vários.   É uma humilhação?  É, claro, mas o salário mínimo também é e ninguém gosta.
   A quebra de limites tem forte apelo psicológico, afinal, a sexualidade começa primeiro na mente, quebrar limite em uma pratica como shibari ou spnaking, pode não ser tão difícil, afinal, se não estiver machucando, que mal há em estar imobilizada?  Se o spanking for light, que mal há em ter a pele vermelha sem que fiquem hematomas?   Nem todas irão ver isto como uma humilhação exatamente, mas como mais um meio de excitação e prazer, muitas gostam das marcas, das feridas, dos hematomas, contudo humilhação difere de pessoa para pessoa, o que para uns é um prazer, para outros é um ultraje, é preciso conhecimento íntimo do botton para saber até onde ir, sem que a coisa vire uma seqüela psicológica, sem que isto afaste uma iniciante do meio com péssimas impressões, ou que deixe uma praticante de muito tempo e pouca prática, com as mesmas seqüelas.   Tem pessoas no meio que já estão bem seguras do que querem e não querem, mas não estou me dirigindo a estas, minha intenção é aquelas que conhecem pouco e estão buscando informações.
   Se todos os limites tivessem que ser quebrados, não existiria a safe Word (palavra de segurança).   Para que se tem mesmo que ser quebrado?   Não tem.    Além disto, o botton pode se achar em condições de praticar algo, mas o Top percebe que ele não está e neste caso vale a palavra Dele, o Top, que é quem decide, afinal se algo sair errado a responsabilidade é Dele.
   Algumas práticas, mesmo sendo consensuais, às vezes não devem ser postas em ação, como é o caso da eletro estimulação, mesmo que o Dom esteja preparado para fazer e a (o) submissa (o) desejem, pode ser que haja um problema cardíaco e neste caso, apesar de ser Consensual, não é São e nem Seguro.
   Por outro lado, temos que observar o lado do Top, nem sempre ele está de acordo com determinadas práticas, a despeito do desejo do botton que, sendo masoquista, tem limites mais amplos do que os concebíveis pelo Top.   Ele pode não gostar de agulhas, por exemplo; e o botton sim, aí tem que haver um acordo prévio e um consenso do que será e não será feito, ver se está bom para ambas as partes para que tudo saia a contento.
   Penso que a melhor forma de se ultrapassar um limite, seja o Top seduzindo pacientemente o botton na direção que ele quer, fazendo-o desejar, sonhar e por fim, pedir para que seja feito, pedir mais de uma vez e explicar porque quer.   Provavelmente, quando ele chegar a pedir pela terceira ou quarta vez e já tiver explicado seus motivos e desejos, está pronto.
   Não conseguir fazer todas as vontades do Top não tem que ser visto como inferioridade de nenhum botton, nem do Top por não conseguir satisfazer todos os anseios de um botton, as pessoas são unas, cada um tem suas qualidades e defeitos e é isto que nos faz especiais, ninguém quer um robô feito em série.   Então, sugiro que (negociem) conversem muito sobre tudo antes de por em prática.

Esta é a minha opinião.
Dorei.

AVISO:

As imagens contidas neste blog foram tiradas de sites de busca, estando disponíveis livremente na rede, sem fazer referencia aos autores. Entretamto sem o intuito de usar material de terceiros indevidamente, digo que, caso voce seja autor de alguma delas e deseje que a retire, deixe um comentário e a retirarei ou colocarei os devidos créditos se for da tua vontade.

Atenciosamente;
Dorei Fobofílica.

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