Slides e Links de Todas as postagens

31 dezembro, 2011

Escolha Ser FELIZ em 2012!!!



   Deixo esta canção como mensagem de fé na capacidade que cada um de nós tem de fazer o futuro valer a pena, do DOM que cada um de nós tem de transformar a vida e de ser feliz.   É preciso antes de tudo o querer ser, é uma escolha que fazemos, apesar das dificuldades que a vida nos impõe, mas os desafios são também uma forma de nos mostrar aquilo que não conseguíamos ver e uma forma de Deus nos mostrar uma nova opção, um novo caminho, temos o livre arbítrio de seguir, ou não.

Escolha SER Feliz 2012!!! 

Dorei.







                                       Ando Devagar (Almir Sater)

Ando devagar, porque já tive pressa
E levo este sorriso, porque já chorei demais,
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe...
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, ou nada sei...
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs.
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz para sorrir,
É preciso chuva pra florir.

Penso que cumprir a vida, seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente.
Como um velho boiadeiro levando a boiada,
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou,
Estrada eu sou.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs.
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso chuva pra florir.

Todo ama um dia, todo mundo chora;
Um dia a gente chega, no outro vai embora...
Cada um de nós compõe a nossa história,
Cada ser em si carrega o Dom de ser capaz
E ser feliz.
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maças...
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso chuva pra florir.

Ando devagar, porque já tive pressa
E levo este sorriso, porque já chorei demais...
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o DOM de ser CAPAZ
E ser FELIZ.



24 dezembro, 2011

Descoberta da Submissão


   Pretendia dizer como é para uma mulher se descobrir submissa, mas percebi, depois de conversar com muitas amigas subs, que para mim foi muito diferente, claro, se aceitar assim foi complexo para mim também, mas o processo foi bem diferente.   Por isto, não podendo falar de forma tão generalizada, vou falar como foi para mim.
   Eu não ME descobri submissa, acho que porque eu era totalmente alienada do mundo BDSM, nem sabia que existia isso até dezembro de 2008, sei que para quem me lê pode ser surpreendente saber que descobri este mundo há tão pouco tempo, mas eu devorei tudo o que havia disponível para aprender. 



Leia na Íntegra


Por: Dorei Fobofílica

20 dezembro, 2011

Feliz Natal, meus amigos!


   Quando criei este blog nem sabia direito o que fazer com ele, ficou abandonado desde o dia seguinte da criação até um ano e alguma coisa depois, um dia eu estava no chat com meu nickname e alguém me disse que o viu, se era meu, pois tinha o mesmo título de meu nickname, só então me lembrei dele e isto foi um presente, uma descoberta, pois comecei a fazer uso dele, isto foi e está sendo uma delícia, aqui conheci muita gente boa, interessante, ótimos amigos, alguns nem tanto, mas nem me lembro quem, não teve a mínima influência, o que realmente me toca é os que valem a pena e olha, são tantos que eu nem me sinto capaz de citar a todos, muitos nem tem blog, mas me escrevem por e-mail.  
   Não tenho como deixar de falar de alguns e pedir desculpas a outros por minha falha em não citá-los, não vou aqui colocar suas características, mas apenas citá-los e deixar que os descubram, que abram suas caixinhas e tenham em cada uma delas uma surpresa, sei que adorarão cada uma das descobertas:
  Ufa!!!  Sei que falta muitos amigos, mas aqui estão algumas das muitas sementinhas que caíram no meu jardim, para meu deleite e brotaram como flores únicas, raras, com suas características próprias, me ensinando um monte de coisas novas.  Por isto estou pedindo que Papai do Céu dê a cada uma delas terra fértil onde possam crescer fortes, possam ser prolíferas e florescer, espalhando pelo mundo o perfume especial que emana de cada uma , que Ele acerque a vida de cada uma das minhas queridas sementinhas, hoje em flor, de paz, saúde e $uce$$o e lhes dê um Feliz Natal e Muitos Anos de sonhos realizados!  Sem esquecer, é claro, de muito prazer para 2012!!! rsrs

Deixo a todos muitos beijos no coração!

Dorei.

18 dezembro, 2011

SWITCHER; o lado inverso no espelho.

   Algumas pessoas; e não são poucas, sentem-se confusas quando começam a conhecer as praticas BDSM, isto acontece com maior intensidade com aqueles que sentem atração pelos ‘dois lados dos do chicote’¹, ou seja, gostam de ser dominados e de dominar também.
   É mais comum observar as pessoas se identificarem como sendo Dominantes ou subservientes, até porque houve e ainda há muito preconceito dentro do meio BDSM quanto àqueles que escolhem as duas posições.    Um meio já discriminado pela sociedade, ainda enfrenta preconceito de dentro.   Algumas comunidades BDSM não demonstram muito respeito por switchers, alegando que por ele não ter uma posição definida não é uma pessoa ‘confiável’, isto é, depois de aceitar submeter-se a um Dominante, resolve tentar inverter as posições com uma pessoa que não deseja e nunca combinou com este indivíduo de que a cena se invertesse.
   As pessoas que escolhem dominar em algumas cenas e submeter-se em outras, às vezes mudando de papel dentro da mesma cena, são chamadas de SWITCHER.  
   Ser switcher não tem haver com a opção sexual, homens ou mulheres switchers podem só se relacionar com pessoas do sexo oposto, só com o mesmo sexo ou ser bissexual, como, aliás, dentro de qualquer opção de prática sexual, seja baunilha² ou não.
   Algumas pessoas vivem isto apenas dentro da personalidade, podem ser altivas, lideres profissional e até no seio familiar, mas na hora de ir para a ‘cama’ preferem ser submissos sempre, não é exatamente o que se chama de switcher no meio BDSM, mas o é na personalidade, assim como pessoas que tem aparente característica de mansa, que está sempre executando tarefas determinadas por superiores profissionais, que dentro do seio familiar são controladas, na ‘cama’ são o lado dominador sempre.   Mas switcher conforme é entendido dentro do meio BDSM é aquele que alterna a sua posição exatamente na ‘cama’, ora dominando, ora sendo dominado.
   Não é incomum também ouvir alguém que sempre esteve num dos lados do ‘chicote’, de repente ter seu interesse despertado pelo outro lado; seja ela uma pessoa Dominadora que sentiu desejo de se submeter em alguma ou várias práticas, ou uma pessoa submissa que se sentiu atraída por dominar.
   Alguns switchers preferem se relacionar com casais de Dominante e subserviente, para ter os dois lados satisfeitos ao mesmo tempo, podendo exercer domínio sobre o subserviente enquanto é comandado pelo Dominante.  
   É importante frisar que o switcher, assim como o dominante e o dominado, pode ser Dominador e/ou Sádico; submisso e/ou masoquista, não tem que ser as duas coisas como Top³ ou como botton³, mas pode ser.
   Tal qual Tops e bottons, switchers também tem suas preferências quanto ao que praticar e isto nada tem haver com a condição de ser switcher.
   Existem casos em que há um Dono(a) de vários escravos ou submissos e tem um escolhido dentre eles para dominar os outros na ausência do Top, este exerce bem o papel de switcher, servindo ao Dono e dominando o restante dos escravos ou submissos.
   Ser switcher não é ser volúvel, mas apresentar esta versatilidade e sentir prazer com ela.   Por falta de informação, algumas pessoas que estão ingressando nas práticas e ainda não sabem o que é switcher, se apresentam como Dominantes e ao ser mal sucedido na investida mudam de posição, ao invés de se apresentar de imediato como sendo switcher, outros preferem esconder este lado versátil por medo do preconceito da parte a ser abordada, o que é muito comum, assim sendo ele ao supor que o indivíduo que ele vai abordar é Dominante, se apresenta como submisso, se achar que é submisso ele se apresenta como Dominante, o que faz com que os switchers sejam vistos ainda mais como pessoas em quem não se pode confiar.  Ainda mais complicado quando o switcher é homem, pois a mulher switcher é aceita com maior facilidade.
    Existe a indagação comum dentro das comunidades: Se a pessoa serve, se é servil, se é masoquista; como pode conseguir dominar?
     É importante que seja feito um acordo antes, que este acordo seja cumprido sem querer mudar as regras no meio do jogo e que se for de desejo uma mudança, haja então uma nova conversa a respeito.   Ainda penso que a palavra deve ser cumprida como era no tempo em que se afiançava um fio de bigode e isto tinha valor, pois é isto que torna a pessoa confiável, o fato de ter palavra, de cumprir seus acordos.   Dentro de um jogo tão sério, para adultos, como é o caso do BDSM, isto é fundamental.
   Penso que para mudarem a forma como são vistos e adquirirem mais respeito nas comunidades BDSM, deveriam se assumir como são, sem se preocupar com os outros, pois só nos serve como parceiros aqueles que nos aceitam como somos desde o começo, mas para isto é preciso que nos apresentemos como somos.

Dorei Fobofílica.


*¹ Os lados do chicote: o cabo; empunhado pelo Dominador e as pontas; sentidas pelo dominado.
*2 Vida baunilha: é a vida que se tem fora do contexto BDSM, baunilhas também são chamadas as pessoas que não praticam sadomasoquismo.
*³ Top = Dominante; botton = submisso(a).


Obs.: Não me tornei switcher, continuo sendo sub.

13 dezembro, 2011

Dominação, submissão e sadomasoquismo na espécie humana desde os primórdios



   Depois da “revolução sexual” dos anos sessenta e apesar da evolução, da globalização e do evento da internet, ainda continuamos cheios de tabus e preconceitos no que se refere a sexualidade, até mesmo entre alguns profissionais locais da área da psicologia e da psiquiatria que esqueceram de evoluir com a medicina moderna mundial e continuam presos em velhos conceitos que já caíram por terra faz algum tempo.   Neste aspecto está o sadomasoquismo, que está intrinsecamente ligado a espécie humana desde os primórdios da civilização, expressado principalmente nas religiões primitivas e ainda hoje em muitas delas e também em conceitos de vida, como exemplo cito a própria castidade religiosa, a autoflagelação com laminas afiadas em comemoração a páscoa nas Filipinas, os rituais sexuais do Kama Sutra (que tem muito haver com BDSM) como muitos outros casos.

Rituais de páscoa nas Filipinas

   Entretanto tornou-se uma aberração em  tempos passados, quando homens poderosos e sádicos doentios se juntaram na mesma pessoa, como exemplo temos o Reino do Terror de França durante a Revolução Francesa, o Holocausto durante a sengunda grande guerra, a Santa Inquisição Católica, o sadismo do rei Henrique VIII da Inglaterra e muitos outros exemplos que fizeram com que psiquiatras como Freud considerassem tudo como forma de desvio de conduta sexual, generalizando tudo, o que a medicina moderna considera um exagero e hoje separa o sadomasoquismo erótico, inerente da espécie humana dos doentes psicopatas e criminosos.
Berlinda (ou canga) da Santa Inquisição Católica

   Depois do movimento de liberdade sexual dos anos 60 com o surgimento da pílula anticoncepcional, do movimento arco-íris iniciado pelas lésbicas e seguido por homossexuais de ambos os sexos e simpatizantes, depois da atual campanha contra homofobia ainda vivemos a repressão contra a opção da forma como se deseja viver a sexualidade.
O movimento arco-íris começou pelas lésbicas

   Todos temos algum grau de sadismo ou masoquismo erótico, mesmo sem ter conhecimento ou consciência disto.

   ‘A noite cai e ela está intrigada vendo-o dirigir em silêncio, lembra-se que concordou em fazer todas as suas vontades sem questionamentos, confia nele depois de quase dois anos de namoro, então ele pára diante de uma bela, porém isolada casa de campo, o coração dela dispara de curiosidade e excitação com todo contexto e cenário, ele contorna o carro e abre a porta para ela sair, antes de ela estar totalmente de pé ele agarra seus cabelos terminando de puxá-la para fora do carro e beijando-a com sofreguidão, debruça-a sobre o carro ainda segurando-a pelos cabelos, ela solta um leve gemido e então sente a mão dele que sobe por suas coxas e toca-lhe o sexo, ela estremece e sente os dedos dele escorregando em seus fluidos vaginais enquanto ele sussurra obscenidades em seu ouvido, puxa sua calcinha fazendo-a livrar-se dela e a põe no bolso perguntando se ela tem certeza que quer mesmo satisfazer todas as vontades dele sem restrições como fora pedido de presente de aniversário; ela diz com voz apaixonada e excitada que sim, então ele a conduz para dentro e tão logo entram na casa ele a joga sobre a mesa e diz: _Fique de quatro em cima da mesa e peça para ser chupada como uma vadia!...’

    Este trecho que descrevi te excitou?   Isto pode acontecer fora do contexto BDSM, que aliás, não é do que estou falando aqui, embora ainda conserve o CONSENSUAL da tríade, mas por mero instinto de um dominador nato, apesar de não se saber sendo um, é do que eu falo.
   O que eu quero dizer com isto é que o que é chamado de sexo apimentado, de sexo picante, nada mais é do que o sadomasoquismo erótico e/ou D/s (Dominação/submissão [neste caso inconscientemente]) que está para a humanidade desde que o homem pré-histórico ‘deu uma cacetada na mulher e a arrastou para sua caverna’.
ou
Se a idade da pedra fosse hoje (risos)

   A preferência  que a maioria dos homens têm de possuir a mulher de quatro é o instinto primitivo de dominação e desejo de ver seu ‘objeto’ de prazer em uma posição de submissão, assim como a maioria das mulheres se sentem muito mais fêmeas quando são subjugadas sexualmente.

   Óbvio que isto é exemplo generalizado e a posição de quem domina e quem é dominado independe do sexo, estou apenas falando do contexto mais corriqueiro e gritante da nossa espécie, que vem colocando as feministas no lugar ultrapassado que elas merecem estar, nada contra o progresso profissional da mulher ou as que preferem o papel de dominadoras, falo de forma generalizada, da minha opção pessoal e em defesa daquelas que sentem-se excluídas por preferirem a submissão, o que aliás as deixam lindas enquanto fêmeas que são.

Dorei Fobofílica.

03 dezembro, 2011

T.P.E. BDSM (Total Troca de Poder)



   Total Power Exchange = T.P.E. (Total Troca de Poder ou Absolute Power Exchange = A.P.E. (Troca Absoluta de Poder); (Troca de Poder ou Troca Erótica de Poder) BDSM; consiste em passar todo poder e responsabilidade ao Top na totalidade da relação ou em um ou vários aspectos da relação, quando o botton abre mão da negociação antecipada e da safeword, dando poder ‘absoluto’ ao Top.
   A troca pode ser aplicada apenas em sessões, no aspecto financeiro ou na totalidade da relação.   Isto pode ser espontâneo ou formal, onde são feitas “cerimônias” de encoleiramento com a presença de testemunhas.   Claro que isto não tem valor jurídico, mas é levado a sério pelos praticantes.
   Um botton pode desejar conscientemente abrir mão de sua autonomia não somente em cenas (abrindo mão da palavra de segurança = Safeword), mas também na totalidade da sua vida.
   A troca de poder dentro do BDSM, assim como fora dele, começa geralmente de forma suave, ocorre que dentro do BDSM há a consciência e o consentimento da troca, entretanto no ambiente de trabalho ou familiar isto acontece quase sempre inconscientemente, por necessidade ou hierarquia natural (Patrões/empregados; Pais/filhos...).
   Basicamente a troca de poder BDSM acontece momentaneamente, onde o botton trata formalmente o Top de Senhor (a), Mestre (a), Dono (a) numa cena de D/s (Dominação/submissão) física ou psicológica, no entanto essa troca é limitada pelo código ou palavra de segurança, mas quando ocorre à entrega do direito de usar este código e o direito a negociação, caracteriza-se a T.P.E. formal.
   A Safeword caracteriza o fim da cena, não se trata de parar a prática e passar para outra, mas o encerramento de tudo para saber o que não deu certo, mas isto é outro assunto.
   Eu não diria que é algo que se faça em curto prazo; e, que é mais comum em relações 24/7, onde há o desejo de um (botton) de entregar toda responsabilidade e direitos em todos os aspectos da vida nas mãos do outro (Top).   Numa comparação rústica, os casamentos dos nossos bisavôs geralmente eram assim, só que inconscientemente, onde o “Chefe da casa” era o único provedor e quem mandava na família de forma rígida, sendo obedecido pela esposa e filhos sem direito a argumentação.   Alguns contratos de trabalho também têm limites de negociação bastante estreitos, como o regime militar, por exemplo.
   Quando a troca de poder é muito intensa é chamada de Total Power Exchange (Troca de Poder Total), muito embora na prática isto seja quase impossível, depende da interpretação de cada pessoa.   Penso que é difícil ter controle total da vida de alguém, principalmente na vida moderna, sem que isto afete a família e a sociedade onde vivem, o que leva o T.P.E. a ser desacreditado por muitos.
   Teoricamente o Dominante já tem ‘total controle’ sobre o dominado dentro de tudo o que é possível ter, visto que escravos tem tarefas a cumprir que podem ser simples ou extremas; num aspecto só da relação ou no todo.   Depende de muitos fatores, no que torno a dizer que para gerir todos os aspectos da vida do botton é muito mais provável que seja uma relação 24/7 (24 horas / 7 dias por semana), onde um se considera o Proprietário e o outro propriedade absoluta.
   Eu acredito que este tipo de entrega, se é que se deseja mesmo fazê-la, deve ser depois de muito tempo de relação, depois de se adquirir muita confiança no Top, observar que Ele por si só é consciente do São e Seguro, que se preocupa com a integridade física e psicolófica de sua posse, como alguém que se preocupa em zelar tudo o que lhe ‘pertence’.    A relação de D/s prolongada tende a criar um vínculo muito intenso de dependencia emocional, dentro do aspecto da T.P.E. isto é muito mais fácil de acontecer, mas ninguém garante como será o futuro e a dependencia absoluta em todos os aspectos, inclusive o financeiro, pode deixar o botton totalmente sem norte se a relação termina de uma hora para outra, por isto passa a ser de responsabilidade do Top se preocupar com este aspecto, cuidar da desconstrução da relação de modo suave e responsável.    Mas será que o Top fará isto?

   Sem conhecimento mais profundo deste assunto, todo comentário que puder acrescentar algo ao que eu disse será muito bem vindo, afim de que as pessoas possam trocar informações sobre T.P.E. e BDSM.

Dorei Fobofílica.

29 novembro, 2011

BDSM quase sempre condenado pela mídia...





    Na manhã do dia 28 de novembro de 2011 o programa Mais Voce da rede Globo apresentado por Ana Maria Braga trouxe uma matéria que se referia à agressão doméstica NÃO CONSENSUAL a mulheres, tudo muito justo do ponto de vista humanitário e muito de acordo com a Lei Maria da Penha, entretanto é importante ressaltar que este tipo de agressão como foi dito no programa, o desejo de dominação do homem que exibe sua mulher bonita como um troféu e dá a ela um excelente sexo para tê-la sob seu domínio, nada tem haver com as práticas BDSM, onde este domínio é de comum acordo e desejado por ambos, onde a mulher tem o desejo de ser exibida por seu homem como troféu, de ser dominada e de apanhar, pois como interpreto a célebre frase de Nelson Rodrigues “Nem toda mulher gosta de apanhar, só as normais (inteligentes)”, há mulheres que aprenderam ou descobriram em si o prazer na dor, que depois de passada a primeira fase, tem em sua pele o calor que se espalha como ondas, dando-lhes um prazer extremo, o seu parceiro não lhe dá o spanking como violência, mas no verdadeiro intuito de ter e principalmente dar prazer a sua parceira, contudo os programas de mídia revestidos de algo que a mim soa como preconceito; colocam tudo num lugar comum, sem fazer nenhuma distinção aos praticantes de sadomasoquismo BDSM, SSC (São, Seguro e CONSENSUAL), de modo que obedecendo ao meu propósito de fazer distinção entre os Sádicos/Dominadores doentios e/ou criminosos, bem como dos masoquistas/submissos doentios e/ou suicidas (sim, porque por mais absurdo que pareça isto existe, o submisso doente que por não ter coragem de se matar procura um sádico doente que se encarregue deste papel, um dia ele pode encontrar e serve de alerta para os Sádicos que ouvem a nada incomum declaração de alguns masoquistas ‘não tenho limites’); é que eu estou aqui colocando mais uma vez a minha opinião e posição.

   Saber distinguir uma coisa da outra é muito delicado, mas necessário, a medicina moderna não está como no tempo de Freud, que chamava a todas as parafilias de desvio de conduta sexual e moral, hoje existe na medicina o bom senso de separar uma coisa da outra, aqueles que procuram apenas um prazer exótico, o que é direito de todo cidadão, desde que de comum acordo e sem danos a nenhuma das partes ou ao meio em que vivem.   Sei muito bem que é um assunto delicado, mas num país onde racismo é crime, homofobia é crime, onde há a liberdade de expressão e sexual, porque é que se fala do crime de agressão física, sexual e moral sem separar disto o sadomasoquismo erótico, que nada tem haver com o sadismo doentio e/ou criminoso?   Estamos no século XXI e ainda não conseguimos evoluir o suficiente para admitir que  continuamos com pensamentos retrógrados.  
   Hoje não é preciso ter vergonha de ser homossexual, mas os praticantes de BDSM continuam sentindo-se marginalizados, porque a mídia levantou a bandeira em defesa da homossexualidade e mantém marginalizados os praticantes de BDSM sem se dar conta de que é a informação que vai fazer com que as pessoas possam distinguir o erotismo da doença ou da possibilidade do crime.    É justo que mostrando que o homossexual tem o direito de escolher como viver sua sexualidade tem feito as pessoas repensarem como tratá-los, dando-lhes a oportunidade de viver com dignidade, mas é verdade também que um grande número de homossexuais também praticam BDSM, nós temos o dever de nos unir; como fizeram as lésbicas que levantaram em primeira mão a bandeira em defesa da homossexualidade com o movimento gay arco-íris; e defender o nosso direito a viver a nossa sexualidade como desejamos, assim como os homossexuais o tem.
   O mesmo programa que um dia destes falou em defesa dos direitos dos homossexuais, neste dia 28 indiretamente condena o BDSM.   Só posso lamentar.

   REINTERANDO: Eu não tinha atentado para o fato de que se tratava da convida Ana Betatriz Barbosa, psiquiatra autora do livro “Mentes Perigosas”, ela afirma num curto espaço de tempo que quem ama não bate, passa um monte de frases subliminares de neurolinguística ciente do que está dizendo SIM, fazendo uma comparação sutil, que quem não tem conhecimento acaba sentindo tudo como uma coisa só, claro que eu concordo com o tema original proposto pela apresentadora de defesa da mulher vítima de agressão doméstica, que é um assunto sério que precisa de toda atenção, me refiro apenas a forma como a psiquiatra, pessoa ciente do assunto BDSM e autora de livros no contexto, se referiu.

Dorei.

26 novembro, 2011

Dorei no Diário de Bordo!!!


   Estava eu meio desanimada nos últimos tempos, mas eis que minha linda e inteligente Veronika me convida para escrever no blog DDiário de Bordo, eu fiquei super feliz, mas ainda em dúvida se poderia aceitar e assumir uma regularidade de postagens, afinal eu não faço isto em meu blog (embora funcione [escreva] muito bem sob pressão – psiu não espalhem rsrs), mas como convidada especial achei delicioso e irresistível, sei que posso, mas nada como empenhar a palavra em algo que podemos arcar.
   Os tripulantes são: Linda Fênix, Lady Siri, Loirinha e Espantalho e mansinho, Veronika & Claudio, Deh, (In)Correto, Jane Kercher, O Rapaz e Euzinha agora como convidada especial :o)!!!
   Aposto que os tripulantes já foram visitados por voces em suas “casas blogs” em ‘terra firme’ e já conhecem bem o sabor de suas companhias aprazíveis, por isto mesmo sei que apreciarão as viagens!
   Convido a todos os amigos da blogosfera a viajar conosco!

Não deixem de ler as anotações da primeira viagem:


BOA VIAGEM!

Dorei.

13 novembro, 2011

O Prazer na Dor - BDSM



   O masoquismo só começou a ter uma fama ruim a partir do psiquiatra Krafft-Ebing no século XIX, em seu livro ‘Psichopathia Sexualis’, complementado poucos anos depois por Sigmund Freud, que declarou ser desvio de conduta sexual adquirido por algum problema na infância e a partir daí a comunidade científica tomou como aberração patológica a ser tratada.   Entretanto Odd Reiersol abriu na medicina moderna uma nova forma de ver tanto o masoquismo quanto o sadismo, aceitando como normal e parte das características da natureza humana, desde que não seja a única forma de obter prazer e que não interfira na vida social e familiar do indivíduo, que seja observado os cuidados com a preservação da saúde e que seja de comum acordo; isto em tudo me lembra a tríade SSC - São, Seguro e Consensual, observando que as mais diversas religiões praticavam autoflagelação e até mesmo tortura nos fiéis como forma de indulgência dos pecados, mostrando que desde sempre a humanidade teve esta característica sádica e masoquista.

   A dor é um elemento com diversas interpretações pessoais e sociais, os diversos  grupos sociais tem suas próprias formas de falar da dor, que a princípio passa a idéia natural de algo ruim, mas dela pode-se tirar ótimas sensações.   Um indivíduo masoquista tem o evidente crescimento do psíquico por meio da dor e da humilhação, tornando-se mais humilde e porque não dizer; mais forte também.   A resistência varia de pessoa para pessoa, não há uma regra comum, mas o que é de mais interessante é quando da dor pode-se extrair prazer erógeno.  A sensação de dor que vem em primeira instancia, a adrenalina que o sangue recebe pela apreensão dá uma euforia grande que é analisada e controlada pelo sádico, que em contrapartida tem extremo prazer em provocar tais reações.  

   Dor é dor, não há prazer algum em uma topada, por exemplo, mas se esta dor estiver associada na mente do masoquista com sexualidade, seja como for, sabendo-se que cada ser é único e que o motivo desencadeador pode variar e muito, dor alternada com estímulo erótico dão um prazer extra, a dor inicial se transforma em ondas de calor que percorrem nosso maior órgão; a nossa pele, que recobre todo nosso corpo, como o sangue já está cheio com a adrenalina, precisa compensar com a endorfina afim de não ocorrer um infarte, que por ter havido estímulos erógenos alternados, apesar de produzirmos diversos tipos de endorfina, neste momento será lançada a endorfina beta, que é a responsável pelo prazer, e é quando o masoquista atinge o ápice e tem orgasmos por meio da dor, muito mais intensos que no sexo convencional.  

   A idéia te pareceu estranha?   Quem é que nunca ouviu falar em sexo convencional com tapinhas na bunda?   Não é de certa forma um pequeno ato de sadismo e masoquismo erótico?    Claro que sem maiores elaborações e familiaridade com o assunto, mas não deixa de ser o ser humano “comum”, se é que existe alguém totalmente normal entre quatro paredes, manifestando seu instinto  para o sadismo, o masoquismo ou mesmo de sadomasoquismo no mesmo indivíduo.

   Eu poderia falar aqui sobre sadismo e masoquismo nas diversas religiões, da santa inquisição católica, dos autoflagelos muçulmanos e de outras religiões e como isto funcionava e ainda funciona em muitas delas e de como a figura feminina geralmente é colocada na posição de submissão, de como sofre diversas humilhações, mas não é este o meu objetivo.   Quis apenas falar do prazer por meio da dor, passar uma breve noção do que é isto sem maiores pretensões.


Dorei.

06 novembro, 2011

Sexo Oral no BDSM



     Sexo oral é uma prática óbvia, preparatória e deliciosa, mas para minha surpresa dentro do BDSM me deparei com alguns indivíduos que se dizem dominadores com uma curiosa e ridícula teoria de que um (d)ominador não faz sexo oral em sua submissa/escrava.   Isso mesmo, dominador em letra minúscula.    Sexo oral é muito importante, desde que nascemos nossos sentidos começam a perceber o mundo primeiro pela boca, é muito bom fazer e receber e é para mulher uma preparação fundamental para o ato sexual, seu corpo precisa dessa preparação para atingir o clímax do prazer.    Ah a submissa/escrava não pode sentir prazer no sadomasoquismo.   Quanta ignorância!
    Não existe maior entrega que a feita pelo coração e estar satisfeita sexualmente faz parte de manter uma mulher fiel e submissa, esta satisfação passa por um sexo bem feito.   
   Agora vamos ver pelo lado da masculinidade; todo homem, ou melhor, o ser humano gosta de receber sexo oral, mas o macho que seja Macho de verdade, em qualquer espécie animal, se sente atraído pelo cheiro e sabor da fêmea, então, sendo dominador ou baunilha, eu duvido muito da masculinidade de um indivíduo ‘macho’ da espécie que não sinta desejo de fazer sexo oral em sua fêmea, seja ela baunilha ou submissa.
   Enquanto mulher seja como baunilha ou submissa, eu não aceitaria uma relação em que eu não ficasse satisfeita, não estou nem aí para essa teoria que parece ter sido feita por um homem que não sabia apreciar uma mulher e que era muito egoísta.    Eu aqui defendo única e exclusivamente o sadomasoquismo erótico, onde há uma troca de prazeres, onde um tem prazer em servir e o outro em ser servido, podendo ou não haver sadismo e masoquismo, mas certamente onde haja dominação e submissão, mas neste aspecto há de haver sempre uma troca em busca de alcançar a satisfação, do contrário é doença, puro sadismo onde o que o outro sente não importa e é por isto que eu elejo o BDSM avec amour (with love), com amor.

   Bem, esta é a minha opinião, minha forma de ver as coisas, porem cada um que busque para si o que considerar melhor.

Dorei.

29 outubro, 2011

Nova Relação, Novos Acessórios!




   Por estes dias eu estava no chat de imagens colando fotos do meu blog quando de repente um sujeito que se intitulava Dominador de cujo nickname não me recordo, veio e me disse que ele tinha ido ao meu Blog de Imagens e gostado das fotos, que ele tinha plugs com calda e blá, blá blá...   Eu respondi que não acreditava que ele usasse os mesmos objetos em mais de uma pessoa e ele teve a cara de aço de me dizer que ele colocava sempre preservativos.
   Depois desta lamentável declaração eu fiquei pensando...   Será que tem mulher, submissa ou não que se preste a permitir usar em seu corpo algo que fora usado em outra?   Na dúvida resolvi expressar minha opinião e só tenho a lamentar pelos que pensem diferente disso.
   Um homem decente, seja ele dominador ou não, vai ter a decência de comprar tudo novo para usar com sua nova parceira, mulher, submissa ou o que for.   Mesmo que sejam cordas e me desculpem os shibaristas, bondagistas e afins, quando eu digo tudo, é tudo mesmo; não só por uma questão óbvia de higiene, mas também por não trazer para a nova relação lembranças de outras, é uma questão de respeito ao outro indivíduo.
   Constantemente me deparo com sujeitos que declaram cheios de orgulho que eles tem X e Y acessórios, como se aquilo pudesse me atrair de alguma forma, mas tudo o que eu sinto é desprezo pelo mesmo sujeito.  
   Será que é tão difícil assim comprar uns metros novos de cordas, uns acessórios?   Não tem que ser tudo de uma vez, afinal é até gostoso ir acrescentando coisas.   Mas usar o que fora usado em outra?
   Não estou aqui dispensando o uso do preservativo, mas o preservativo é para ser usado no pênis, não nos acessórios, pois se estes não são compartilhados, para que preservativos?    Eles serão usados exclusivamente no mesmo corpo, não precisa de preservativos, precisam de serem higienizados antes e depois do uso.
   Do mesmo modo que o que uma submissa, mulher ou o que for, usou e até pode ter ficado com ela de relacionamentos anteriores, não deveria ser levado ao novo relacionamento.   Se for uma nova relação, que seja nova na íntegra.
   Lamento em dizer, mas infelizmente isso é em parte culpa da pessoa que aceita, que não se respeita não se valoriza e não se faz respeitar e valorizar, o que acaba fazendo com que estes sujeitos de hábitos duvidosos se proliferem no meio.

Bem, esta é a minha opinião e é claro que cada um faz de sua vida o que melhor aprouver, só estou aqui mais uma vez querendo fazer as pessoas pensarem um pouco.

Dorei.





13 outubro, 2011

O que é Dorei Fobofílica


   Durante minhas visitas ao chat a pergunta é clássica: O QUE SIGNIFICA TEU NICK?  Eu canso de repetir a mesma coisa, então fiz este post.
   Claro, é apenas a Fobofílica a que se referem, pois ninguém se pergunta o que significa Dorei, então vou começar explicando pela primeira parte do nickname;
DOREI: Palavra de origem japonesa e significa praticante passiva de shibari, tem quem pense que existem doreis homens e mulheres, mas isto não é verdade, claro que se pode e se faz shibari em homens, mas aí já é outra história que nada tem haver com dorei e é claro que a palavra tem significado mais abrangente, podendo ser escrava, mas sempre será uma referencia a figura feminina.   Sendo assim, se a palavra for Dorei, trata-se de uma mulher.

FOBOFILIA: É uma prafilia fobia = medo; filia = przer/amor (prazer através do medo).   Trata-se de uma parafilia pouco conhecida.



parafilia | s. f.

Designação genérica para comportamentos sexuais que se desviam do que é geralmente aceite pelas convenções sociais, podendo englobar comportamentos muito diferentes e com diferentes graus de aceitabilidade social....



   A psicologia Freudiana condenava todas as parafilias, tratando-as como desvio de conduta mental, mas atualmente isto foi revisto e a psicologia moderna não encara mais as parafilias desta forma.   Para os psicólogos modernos, uma parafilia só é vista como anormalidade no caso de ser a única forma em que o indivíduo sente prazer, ou quando põe a própria vida ou saúde e/ou a dos outros em risco.   Caso contrário é apenas uma outra forma de ter prazer sexual e se for SSC (São, Seguro e Consensual), é encarado como algo normal.
FOBOFILIA:   Fobofilia pode ser uma delícia, muitos sentem excitação com o medo, aliás, dentro das práticas sadomasoquistas, todos vivemos este prazer ao menos em pequena escala, sejam submissos ou dominadores, afinal, o medo de cometer um erro com o submisso em seu poder durante uma sessão não deixa de ser uma excitação para o dominador.   Porém é o submisso que fica com a melhor parte quando tudo funciona.   Mas fobofílico mesmo é aquele que obtém orgasmos por meio desta sensação de medo, seja durante a ação ou imediatamente o término dela.    O fato de sentir excitação com o medo é muito comum e não é o que caracteriza um fobofílico, que é algo muito mais complexo do que apenas sentir tesão com o medo, ele tem orgasmos de fato.
    É preciso salientar que não existem duas pessoas idênticas, o mesmo se dá com os medos de cada um, não são iguais nem mesmo dentro do mesmo indivíduo, quando uma pessoa sente medo, pode sentir medo de diversas formas, e seus medos não são sempre prazerosos, é preciso que o dominador conheça profundamente o submisso e tenha grande conhecimento de sua história de vida, que saiba definir o que será prazeroso e o que pode causar uma seqüela mental que pode ser irreversível, fobofilia é uma parafilia que inevitavelmente passa pela dominação psicológica intensa.   Alguns sentem prazer além do medo, quando sentem ódio, mas isto pode passar do limite e o limiar entre o que é bom e o que é ruim é tênue.   O pavor além do limite, pode desencadear uma reação perigosa, se a pessoa dominada estiver solta, pode atacar o dominador e se estiver presa, pode ficar com grave seqüela mental, mesmo solta a seqüela mental pode ocorrer.

   Falando dos medos, há quem tenha medo de escuro e os que o adoram, há quem tenha medo de ficar confinado e os que adoram, então medo é uma coisa pessoal, não vale comparação.

   É importante não confundir as coisas, tem gente que sente tesão na exposição, pelo medo de ser surpreendido, mas isto não é fobifilia, existem os que sentem excitação em ter a vida em risco, o que pode até ter alguma ligação com fobofilia, mas geralmente não é, pois a fobofilia mesmo depende de estímulos eróticos associada a situação do medo, alternado, na verdade, é uma arte delicada que apenas um verdadeiro Dominador tem a percepção e sensibilidade e paciencia para chegar a pratica-la com maestria.
   Se você se identifica como fobofilico, pesquise e estude para se conhecer bem!


Obs.: É preciso ressaltar que o que é bom no medo, é a ameaça e não a execução do ato, o medo de um bichinho que está em posse do dominador pode ser muito interessante,mas o contato efetivo com ele possivelmente vai estragar a cena e seu efeito.

Por: Dorei.

Seguidores

AVISO:

As imagens contidas neste blog foram tiradas de sites de busca, estando disponíveis livremente na rede, sem fazer referencia aos autores. Entretamto sem o intuito de usar material de terceiros indevidamente, digo que, caso voce seja autor de alguma delas e deseje que a retire, deixe um comentário e a retirarei ou colocarei os devidos créditos se for da tua vontade.

Atenciosamente;
Dorei Fobofílica.